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Segunda-feira, 10 de Novembro de 2025

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Gleisi diz que Bolsonaro deixou rombo de R$ 255 bilhões para Lula pagar

A manifestação da ministra foi feita por meio das redes sociais, após Tarcísio afirmar que o Brasil vive uma “crise moral”, além de uma crise fiscal já contratada

Gleisi diz que Bolsonaro deixou rombo de R$ 255 bilhões para Lula pagar
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A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT), reagiu nesta sexta-feira (30) às declarações do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e atribuiu ao ex-presidente Jair Bolsonaro a responsabilidade pela atual situação fiscal do país. Segundo Gleisi, o governo anterior deixou um rombo de R$ 255 bilhões nas contas públicas, além de ter desorganizado a economia brasileira.

A manifestação da ministra foi feita por meio das redes sociais, após Tarcísio afirmar que o Brasil vive uma “crise moral”, além de uma crise fiscal já contratada. “A gente está vendo a situação do país, para onde o Brasil está caminhando. O Brasil tem uma crise fiscal contratada e hoje enfrenta uma crise moral e nós temos que dar resposta”, declarou o governador paulista.

Em resposta, Gleisi afirmou que não há como discutir moralidade e responsabilidade fiscal sem considerar o legado deixado por Bolsonaro. De acordo com a ministra, o ex-presidente promoveu um descontrole deliberado das contas públicas, comprometendo o equilíbrio fiscal e impondo um elevado custo ao atual governo.

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“Bolsonaro deixou um rombo de R$ 255 bilhões para o governo Lula pagar, além de ter desorganizado completamente as contas e a economia do país”, escreveu Gleisi. A petista também criticou o discurso de aliados do ex-presidente, que, segundo ela, tentam transferir para o atual governo a responsabilidade por problemas herdados da gestão anterior.

O embate ocorre em meio ao acirramento do discurso político entre governo federal e lideranças da oposição, especialmente após críticas recorrentes de governadores aliados ao bolsonarismo à condução econômica do país pelo Palácio do Planalto.

Aliados do governo Lula têm reforçado a narrativa de que o atual cenário fiscal é consequência direta de decisões tomadas no último ano do mandato de Bolsonaro, como o aumento de gastos sem previsão orçamentária e medidas classificadas como eleitoreiras, adotadas às vésperas das eleições de 2022.

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