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Segunda-feira, 10 de Novembro de 2025

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Zema provoca governador da Bahia ao criticar segurança pública e dizer que Minas não tem áreas dominadas por facções

Em outro momento, Zema ampliou a crítica ao fazer referência indireta à atuação do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), tema recorrente no debate político nacional e frequentemente associado a conflitos fundiários na Bahia

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Durante passagem pela Bahia nesse sábado (24), o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), fez declarações que repercutiram no cenário político ao criticar a condução da segurança pública no estado e alfinetar diretamente a gestão do governador Jerônimo Rodrigues (PT). Em tom comparativo, Zema afirmou que Minas Gerais não possui “um metro quadrado” de território controlado por facções criminosas.

Segundo o governador mineiro, a violência registrada na Bahia gera impactos diretos em Minas, especialmente nas regiões de divisa entre os dois estados. Ele afirmou que a maior tensão enfrentada pelas forças de segurança mineiras ocorre justamente na fronteira com o território baiano, onde, segundo ele, há reforço policial permanente.

“Sentimos sim. Inclusive a nossa Polícia Militar trabalha aí com uma tensão, com um reforço dobrado na divisa com a Bahia para que esse crime que atua aqui não entre no estado de Minas”, declarou Zema. Em seguida, reforçou o discurso de comparação entre as duas gestões: “Em Minas, modéstia à parte, nós podemos falar com orgulho que hoje não existe um metro quadrado de território controlado, ocupado por facções criminosas”.

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O governador também destacou o que chamou de postura rígida de sua administração no enfrentamento à criminalidade, defendendo tolerância zero com ações ilegais. “Eu tenho dado todo o apoio às nossas forças de segurança para que elas respondam com a maior força possível quando alguém estiver desrespeitando a lei”, afirmou.

Em outro momento, Zema ampliou a crítica ao fazer referência indireta à atuação do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), tema recorrente no debate político nacional e frequentemente associado a conflitos fundiários na Bahia. “Invasão de terra em Minas é proibido, propriedade privada é respeitada e bandido é tratado como bandido”, disse, em comparação que destoa do cenário observado em território baiano, onde o MST mantém histórico de ocupações e embates com o poder público.

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