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Segunda-feira, 10 de Novembro de 2025

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Gleisi admite encontro de Lula com dono do Banco Master e justifica ligação de nomes da oposição com o banqueiro

Durante a conversa com os jornalistas, Gleisi Hoffmann também negou que a saída de Ricardo Lewandowski do governo tenha qualquer relação com o caso envolvendo o Banco Master

Gleisi admite encontro de Lula com dono do Banco Master e justifica ligação de nomes da oposição com o banqueiro
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A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, confirmou nessa quarta-feira, (28), que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se encontrou com o banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master. A declaração foi feita durante entrevista coletiva concedida em um café da manhã com jornalistas, em meio às repercussões políticas envolvendo o escândalo da instituição financeira.

Segundo Gleisi, o encontro não configura qualquer irregularidade e faz parte da rotina institucional do presidente da República. “O presidente Lula não tem problema em receber presidentes de bancos, como Vorcaro”, afirmou a ministra, ao rebater críticas e insinuações feitas por setores da oposição.

Na avaliação da titular da articulação política do governo, há uma tentativa de construir uma narrativa para associar o Palácio do Planalto ao caso. “A oposição tenta fazer uma manobra para relacionar o governo ao escândalo”, declarou. Gleisi ressaltou ainda que as investigações sobre o Banco Master avançaram com rigor e independência dos órgãos responsáveis.

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“Toda a apuração sobre o banco Master foi realizada sob a gestão do ministro Lewandowski e da Polícia Federal, resultando na prisão do presidente do banco, Vorcaro. O governo tem sido firme na investigação e responsabilização dos fraudadores”, garantiu a ministra.

Durante a conversa com os jornalistas, Gleisi Hoffmann também negou que a saída de Ricardo Lewandowski do governo tenha qualquer relação com o caso envolvendo o Banco Master. De acordo com ela, a decisão do ex-ministro foi pessoal. “Ele já havia manifestado desejo de descansar e dedicar-se à família”, explicou.

A ministra afirmou ainda que a atuação posterior de Lewandowski como consultor jurídico do Banco Master não configura problema, desde que todos os fatos sejam apurados dentro dos limites legais. “A consultoria prestada pelo ministro Lewandowski ao banco Master não é um problema, desde que a apuração dos fatos ocorra dentro da lei”, disse.

Gleisi destacou, por fim, que os atos mais duros contra a instituição ocorreram em momentos distintos da gestão federal. “A intervenção e liquidação no Banco Central ocorreram na gestão de Galípolo, e a prisão do presidente do banco ocorreu sob a gestão do ministro Lewandowski na Polícia Federal”, concluiu.

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