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Prefeitos aliados entregam votações expressivas e fortalecem “União do Baixo Sul” com eleição de Léo de Neco

Wenceslau Guimarães, Presidente Tancredo Neves, Nova Ibiá e Teolândia deram mais de 13 mil votos ao deputado estadual eleito; desempenho reforça peso das alianças construídas no Baixo Sul

Por Redação Diário ParaleloAtualizado em 05 de outubro de 2026 às 11:383 min de leitura
Gestores entregaram aquilo que prometeram

A eleição de Léo de Neco (Avante) para a Assembleia Legislativa da Bahia também colocou em evidência o desempenho dos prefeitos do Baixo Sul que assumiram publicamente o compromisso de apoiar sua candidatura. Os números registrados nas urnas mostram votações expressivas justamente em municípios onde o então candidato contou com a participação direta de gestores e lideranças locais durante a campanha.

Léo de Neco terminou a disputa com 81.903 votos em toda a Bahia, garantindo uma cadeira na Assembleia Legislativa. Dentro desse resultado, quatro municípios do Baixo Sul tiveram participação importante: Wenceslau Guimarães, Presidente Tancredo Neves, Nova Ibiá e Teolândia somaram, juntos, 13.136 votos, o equivalente a aproximadamente 16% de toda a votação estadual do deputado eleito.

Sem contabilizar os números em Gandu, o maior resultado entre esses municípios veio de Wenceslau Guimarães, onde Léo recebeu 4.346 votos. O prefeito Gabriel de Parísio havia anunciado apoio ao ex-prefeito de Gandu ainda durante a pré-campanha e permaneceu diretamente ligado à mobilização em favor de sua candidatura.

A votação obtida em Wenceslau colocou Gabriel em posição de destaque dentro da articulação regional. Mesmo em um cenário no qual diferentes lideranças do grupo governista também trabalharam outras candidaturas a deputado estadual, Léo saiu do município com mais de quatro mil votos.

Logo depois aparece Presidente Tancredo Neves. Com o apoio do prefeito Quinha, Léo de Neco recebeu 4.053 votos no município. Na reta final da campanha, Quinha participou de atos públicos ao lado do candidato e chegou a defender abertamente sua eleição durante eventos políticos realizados na cidade.

Em Nova Ibiá, a votação também confirmou a força da aliança construída com o prefeito Márcio Tarantine. Léo recebeu 2.436 votos no município. Tarantine esteve entre os primeiros gestores da região a se aproximar do projeto e participou ativamente da articulação política do então candidato ao longo da pré-campanha e da campanha eleitoral.

Já em Teolândia, onde contou com o apoio da prefeita Rosa Baitinga, Léo de Neco conquistou 2.301 votos. Durante a campanha, Rosa chegou a inaugurar um comitê destinado aos candidatos apoiados por seu grupo político, tendo Léo entre os nomes apresentados para deputado estadual.

União do Baixo Sul ganha resultado concreto nas urnas

Politicamente, os resultados dão novo significado ao movimento que, durante a campanha, passou a ser chamado por aliados de “União do Baixo Sul”. A proposta defendida por diferentes lideranças era concentrar parte da força eleitoral da região em torno de um nome com origem no próprio território e ampliar sua representação na Assembleia Legislativa.

Antes da eleição, Léo já aparecia publicamente acompanhado por prefeitos de diferentes cidades do Baixo Sul. Em setembro, por exemplo, participou de uma caminhada em Valença ao lado de gestores como Gabriel de Parísio, Quinha, além das prefeitas de Gandu, Taperoá e Nilo Peçanha e do prefeito de Ituberá.

Somados, os 13.136 votos dessas quatro cidades representam uma parcela significativa dos 81.903 votos que levaram Léo de Neco à Assembleia Legislativa.

Mais do que a vitória individual do ex-prefeito de Gandu, o resultado passa agora a ser utilizado por seus aliados como demonstração da capacidade de articulação conjunta de lideranças do Baixo Sul. O próximo teste dessa chamada “União do Baixo Sul” será transformar a convergência demonstrada nas urnas em atuação política regional durante o mandato que começa em 2027.

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