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Segunda-feira, 10 de Novembro de 2025

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Jerônimo diz que vai cumprir promessa feita em 2023 apenas em 2026 e pede que população de cidade continue acreditando nele

Ao ser questionado por um radialista sobre o não cumprimento da promessa, o governador admitiu o atraso e afirmou que seu gabinete teria entrado em contato com o prefeito do município pedindo “paciência”

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Mais uma promessa feita pelo governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), voltou a ser alvo de críticas e questionamentos no município de Quijingue. O compromisso, anunciado ainda em 2023 como parte de um suposto pacote de obras para a cidade, segue sem sair do papel e foi relembrado neste domingo, (14).

Ao ser questionado por um radialista sobre o não cumprimento da promessa, o governador admitiu o atraso e afirmou que seu gabinete teria entrado em contato com o prefeito do município pedindo “paciência”. Segundo Jerônimo, as obras prometidas seriam realizadas, porém apenas em 2026 — justamente um ano eleitoral. A declaração reforçou a insatisfação de parte da população, que aguarda há mais de dois anos por investimentos anunciados pelo governo estadual.

Durante a entrevista, o radialista foi direto ao perguntar se, caso a promessa não seja efetivamente cumprida, o governador ainda mereceria a confiança do povo de Quijingue. Em resposta, Jerônimo Rodrigues afirmou que “quem tem que analisar o voto do povo é o próprio povo”, acrescentando que faria a sua parte e solicitando, mais uma vez, a credibilidade dos moradores do município para acreditarem em sua palavra.

A fala do governador, no entanto, foi interpretada como uma tentativa de transferir a responsabilidade política para o eleitorado, ao mesmo tempo em que condiciona o cumprimento de compromissos assumidos anteriormente a um novo ciclo eleitoral. Em Quijingue, o sentimento predominante é de descrédito, diante de promessas reiteradas que seguem sem execução prática.

O episódio reacende o debate sobre a distância entre discurso e ação no governo estadual e coloca novamente em xeque a relação de confiança entre a gestão petista e municípios do interior baiano, que seguem cobrando respostas concretas e obras efetivamente entregues.

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