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Segunda-feira, 10 de Novembro de 2025

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Flávio Bolsonaro diz que 'coração de Lula está cheio de ódio', após petista dizer que 'eleição será guerra'

Na legenda do vídeo, Flávio lembrou que, em 2022, o mote da campanha petista era “o amor venceu”, mas agora o discurso seria de guerra. Para o senador, o que Lula diz “é resultado de um coração cheio de ódio”

Flávio Bolsonaro diz que 'coração de Lula está cheio de ódio', após petista dizer que 'eleição será guerra'
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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) criticou a postura de Lula após o presidente cobrar “mais ousadia” dos militantes petistas nas eleições deste ano. Em vídeo publicado nas redes sociais, o pré-candidato à Presidência afirmou que as declarações de Lula representam uma demonstração de ódio.

Em evento em Salvador nesse último final de semana, o petista disse que a base eleitoral do partido precisa ser mais “desaforada”. “Porque eleição é lição de desaforo. E nós não podemos ficar sendo quietinhos. Não tem essa mais de Lulinha paz e amor. Essa eleição vai ser uma guerra”, afirmou o petista.

Na legenda do vídeo, Flávio lembrou que, em 2022, o mote da campanha petista era “o amor venceu”, mas agora o discurso seria de guerra. Para o senador, o que Lula diz “é resultado de um coração cheio de ódio”.

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“O seu coração está cheio de ódio, e o Brasil não aguenta mais isso. Mas pode ficar tranquilo que o povo brasileiro vai te aposentar. E você pode ter certeza de que, a partir de 2027, o nosso governo não vai deixar roubarem os aposentados do INSS”, afirmou.

Em outra publicação, o senador se referiu ao PT como “Partido das Trevas” e pediu que seus eleitores se mobilizem para derrotar Lula nas eleições deste ano.

Lula vinha cumprindo agenda na Bahia desde a última quinta-feira (5), quando começaram, em Salvador, os eventos que celebram os 46 anos do Partido dos Trabalhadores. A reunião de lideranças nacionais e estaduais tem sido tratada internamente como o início da pré-campanha do presidente à reeleição.

No evento que abriu as festividades, o PT sinalizou que o ano eleitoral de 2026 terá como eixo a defesa do legado do governo, a comparação de realizações com as de opositores e a retomada de pautas ligadas ao trabalhador, como o fim da escala 6×1.

Entre as discussões, ganharam destaque a definição de nomes para candidaturas ao Senado, a estratégia da sigla nos estados — incluindo a construção da candidatura de Fernando Haddad (PT) em São Paulo — e o tom da campanha nacional.

A orientação interna é reposicionar o PT como um “partido antissistema”. “Nosso desafio para o próximo período é que a gente seja um partido antissistema, que capture esse sentimento de indignação, esse sentimento de mudança. O presidente Lula é a única liderança hoje capaz de manifestar um sentimento antissistema por meio da transformação e das mudanças nas políticas públicas”, afirmou o presidente do partido, Edinho Silva.

FONTE/CRÉDITOS: Infomoney
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