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Segunda-feira, 10 de Novembro de 2025

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Enfrentando alta rejeição, Jerônimo chama Bolsonaro de condenado e culpa ex-presidente por problemas em seu governo

As declarações ocorrem em meio a um cenário de forte desgaste da atual gestão estadual. Jerônimo Rodrigues vem sendo alvo de críticas recorrentes por conta da crise administrativa enfrentada pelo governo, com problemas especialmente sensíveis nas áreas da saúde e da segurança pública, dois dos principais gargalos apontados pela população baiana

Enfrentando alta rejeição, Jerônimo chama Bolsonaro de condenado e culpa ex-presidente por problemas em seu governo
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O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), voltou a atribuir a gestões passadas a responsabilidade por problemas enfrentados atualmente pelo estado. Na manhã deste domingo (14), mesmo após mais de três anos à frente do Palácio de Ondina e contando com o apoio do presidente Lula, aliado político eleito em 2022, o petista voltou a responsabilizar o ex-presidente Jair Bolsonaro pelos resultados negativos de sua administração, especialmente no campo econômico e no agronegócio.

Durante declaração a jornalistas, Jerônimo afirmou que o governo federal anterior teria causado danos profundos à política nacional e, por consequência, ao desenvolvimento do setor produtivo baiano. “Ficamos seis anos sem o governo federal para nos ajudar. O governo antes do Lula (PT), do Bolsonaro, condenado, ele destruiu a política. Ele destruiu uma agenda importante para a geração de renda, para garantir a população do campo e um mercado forte de alimentação”, disparou o governador.

As declarações ocorrem em meio a um cenário de forte desgaste da atual gestão estadual. Jerônimo Rodrigues vem sendo alvo de críticas recorrentes por conta da crise administrativa enfrentada pelo governo, com problemas especialmente sensíveis nas áreas da saúde e da segurança pública, dois dos principais gargalos apontados pela população baiana.

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Críticos do governo avaliam que o discurso adotado pelo governador busca deslocar o foco das dificuldades atuais para embates políticos do passado, sem apresentar soluções concretas para os desafios enfrentados pela Bahia. Esse movimento tem sido interpretado como uma tentativa de justificar resultados aquém do esperado, mesmo com o alinhamento político entre os governos estadual e federal.

Além disso, a gestão Jerônimo também é pressionada pelo elevado endividamento do estado. O governador já encaminhou 23 pedidos de empréstimos desde o início do mandato, que, somados, alcançam cerca de R$ 28 bilhões. A dívida bilionária tem sido alvo de questionamentos por parte da oposição e de setores da sociedade civil, que cobram maior transparência, eficiência na aplicação dos recursos e resultados práticos para a população.

Apesar do discurso de responsabilização externa, cresce entre os baianos a cobrança por respostas mais objetivas e por uma agenda de governo focada na resolução dos problemas estruturais do estado, especialmente aqueles que impactam diretamente a qualidade de vida da população.

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