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Segunda-feira, 10 de Novembro de 2025

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Baianos criticam Jerônimo e dizem que estado está sendo governado por um "despreparado"

Antes de ser escolhido pelo PT baiano para disputar o Palácio de Ondina, em 2022, Jerônimo Rodrigues era praticamente um desconhecido do grande público e não possuía trajetória eleitoral consolidada

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A insatisfação com a atual gestão estadual tem ganhado força nas redes sociais, onde cresce o coro de baianos que afirmam que a Bahia foi “entregue a uma pessoa totalmente despreparada para governar”. A avaliação negativa tem como alvo direto o governador Jerônimo Rodrigues (PT), cuja administração é apontada por internautas como incapaz de responder aos principais desafios enfrentados pelo estado, especialmente nas áreas de segurança pública e saúde.

Para muitos baianos, a percepção de despreparo não surgiu por acaso. Ela se sustenta, sobretudo, nos números alarmantes da violência, na crise recorrente do sistema de saúde e no histórico político pouco expressivo do próprio governador. Antes de ser escolhido pelo PT baiano para disputar o Palácio de Ondina, em 2022, Jerônimo Rodrigues era praticamente um desconhecido do grande público e não possuía trajetória eleitoral consolidada.

No currículo político, pesa contra o governador a passagem pela Secretaria de Educação da Bahia, durante a gestão de Rui Costa, seu antecessor e principal fiador político. À época, Jerônimo ficou marcado por críticas à condução da pasta e pela fama, amplamente difundida por adversários e setores da sociedade, de ter sido um dos piores secretários de Educação do estado. Rui Costa, vale lembrar, hoje ocupa o cargo de ministro-chefe da Casa Civil do governo Lula.

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Fora a experiência como secretário, não há registros relevantes de que Jerônimo Rodrigues tenha disputado eleições majoritárias anteriormente ou exercido cargos públicos de grande complexidade com resultados reconhecidos. Ainda assim, seu nome foi alçado à disputa pelo governo da Bahia após a recusa de lideranças históricas do PT. Entre os nomes que teriam rejeitado o convite feito por Rui Costa estão o ex-governador e senador Jacques Wagner e Luiz Caetano, atual prefeito de Camaçari.

Nas redes sociais, esse contexto tem sido amplamente relembrado por críticos do governo, que apontam a escolha de Jerônimo como fruto de uma decisão interna do partido, e não de um processo natural de construção política junto ao eleitorado. Para esses baianos, o resultado é um governo que, passados mais de três anos, ainda não conseguiu apresentar respostas eficazes para problemas estruturais que afetam diretamente a vida da população.

Enquanto o debate se intensifica no ambiente digital, cresce também a pressão para que o governador apresente resultados concretos e consiga reverter a imagem de fragilidade administrativa que, segundo muitos baianos, já se consolidou em seu mandato.

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