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Segunda-feira, 10 de Novembro de 2025

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Pré-candidato ao governo de SP pelo PT, Haddad tem 58% de rejeição, aponta pesquisa

Já 38% dos entrevistados disseram que não votariam em Tarcísio de Freitas (Republicanos). Na sequência, aparecem Paulo Serra (PSDB), com 31% de rejeição, e e Kim Kataguiri (Missão), com 19%

Pré-candidato ao governo de SP pelo PT, Haddad tem 58% de rejeição, aponta pesquisa
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A primeira pesquisa Genial/Quaest realizada no estado de São Paulo neste ano eleitoral trouxe um dado preocupante para Fernando Haddad. O pré-candidato do PT a governador aparece rejeição de 58% de rejeição, a maior taxa entre os quatro postulantes ao cargo testados no levantamento. Já 38% dos entrevistados disseram que não votariam em Tarcísio de Freitas (Republicanos). Na sequência, aparecem Paulo Serra (PSDB), com 31% de rejeição, e e Kim Kataguiri (Missão), com 19%.

A Quaest perguntou se os eleitores consultados conhecem e votariam nos candidatos apresentados. Com 48%, Tarcísio teve a maior taxa de potencial de voto, seguido de Haddad, com 33%, Paulo Serra, com 9%, e Kim Kataguiri, com 8%. O nível de desconhecimento mais baixo foi de Haddad (9%). Outros 14% responderam que não conhecem Tarcísio. Serra (60%) e Kataguiri (73%) têm muito trabalho pela frente para se apresentarem aos paulistas.

Dividida pelo posicionamento político declarado pelos entrevistados, a rejeição a Haddad é maior entre os que disseram ser de direita não bolsonarista (88%) e entre bolsonaristas (80%). Dentre os independentes, 59% responderam que conhecem e não votariam no ex-ministro da Fazenda para o Governo de São Paulo. A resistência ao petista foi de 20% nos que se afirmaram como de esquerda não lulista e de 6% entre lulistas.

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Tarcísio, por sua vez, é rejeitado por 62% dos lulistas e 73% dos eleitores de esquerda não lulista, assim como por 41% dos que se declararam independentes. Entre bolsonaristas e os de direita não bolsonarista, a taxa é a mesma: 6%.

A Quaest realizou 1.650 entrevistas presenciais de 23 a 27 de abril, em coleta domiciliar feita em 70 municípios paulistas. A margem de erro estimada é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

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