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Jerônimo "surta" com desvantagem em pesquisa e dispara ataques contra ACM Neto; "ele não gosta de pobre"

Enquanto isso, aliados de ACM Neto comemoraram o resultado e reforçaram a narrativa de que o ex-prefeito mantém forte presença no eleitorado baiano, especialmente nas regiões metropolitanas e no interior — justamente os segmentos citados pelo governador em sua crítica

Por Redação Diário Paralelo2 min de leitura
Jerônimo "surta" com desvantagem em pesquisa e dispara ataques contra ACM Neto; "ele não gosta de pobre"

A divulgação de uma nova pesquisa eleitoral nesta quarta-feira (26) provocou uma reação imediata — e tensa — do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT). Visivelmente incomodado com os números, que mostram uma ampla vantagem do ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) na disputa pelo governo estadual em 2026, o petista decidiu partir para o ataque durante conversa com jornalistas na manhã de hoje.

O levantamento, realizado pela Real Time Big Data, aponta ACM Neto com 44% das intenções de voto, enquanto Jerônimo aparece com 35%. Os dados reforçam a tendência de recuperação do ex-prefeito no cenário eleitoral e ampliam a pressão sobre o atual chefe do Executivo baiano, que vem enfrentando desgastes administrativos e críticas de adversários.

Diante da nova desvantagem, Jerônimo não conteve a irritação. Em tom duro, mirou no principal concorrente e afirmou que ACM Neto “não gosta de pobre, não gosta do interior”. A declaração, feita de maneira espontânea, evidenciou o incômodo do governador com o desempenho do adversário e o impacto político do levantamento divulgado poucas horas antes.

Questionado sobre a escalada da disputa e a diferença registrada na pesquisa, Jerônimo tentou encerrar o assunto rapidamente e disse apenas que “sua pesquisa é trabalhar”, repetindo a frase que tem adotado como resposta padrão desde o início das especulações sobre a corrida ao Palácio de Ondina.

Enquanto isso, aliados de ACM Neto comemoraram o resultado e reforçaram a narrativa de que o ex-prefeito mantém forte presença no eleitorado baiano, especialmente nas regiões metropolitanas e no interior — justamente os segmentos citados pelo governador em sua crítica.

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