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Segunda-feira, 10 de Novembro de 2025

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Candidato a presidente do MBL diz que Flávio Bolsonaro é “ladrão” e representa “direita corrupta”

“Existe a direita pró-corrupção, que é a do Flávio Bolsonaro, e existe uma direita que tem vergonha na cara, que é a nossa. O Flávio é um ladrão, e eu vou mostrar para todos que ele é um ladrão”, afirmou.

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O coordenador do Movimento Brasil Livre e pré-candidato à Presidência pelo Missão, Renan Santos, afirmou na quinta-feira, (19), que o senador e também pré-candidato, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), é um “ladrão” da direita “pró-corrupção”.

Em entrevista a jornalistas após a filiação de Kim Kataguiri, também do MBL, ao partido, Renan afirmou que há uma divisão na direita brasileira entre os apoiadores de Flávio e do Missão.

“Existe a direita pró-corrupção, que é a do Flávio Bolsonaro, e existe uma direita que tem vergonha na cara, que é a nossa. O Flávio é um ladrão, e eu vou mostrar para todos que ele é um ladrão”, afirmou.

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Segundo a pesquisa Real Time Big Data, publicada em 3 de março, Renan Santos soma 2% dos votos válidos na disputa pelo primeiro turno das eleições para presidente. A distância entre o coordenador do MBL e Flávio Bolsonaro, o segundo colocado na pesquisa, é de 30 pontos percentuais.

Presidente do partido Missão, Renan Santos anunciou em novembro que seria pré-candidato à Presidência da República nas eleições de 2026. Como mote de campanha, o postulante na disputa defendeu o endurecimento das leis penais, com a adoção da prisão perpétua e a abertura do debate sobre a pena de morte no Brasil.

O Missão, aprovado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 4 de novembro, é ligada ao Movimento Brasil Livre (MBL) e pretende disputar as eleições com foco na geração Z e em pautas como Estado mínimo, reforma administrativa e combate à criminalidade.

A nova legenda se vende como “direita da nova geração”, afirmando se diferenciar do bolsonarismo com um discurso voltado à juventude e à eficiência de estado.

O partido, criado em 2023, defende um modelo de reforma fiscal para reduzir o tamanho do Estado e incentivar a produção nacional. Também propõe uma reforma administrativa baseada em indicadores de desempenho que, segundo Renan, devem influenciar tanto o repasse de verbas públicas a partidos quanto os recursos do fundo eleitoral.

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