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Cidades Baianas Estão Criando Suas Próprias "Polícias" Para Combater Criminalidade

Se em casos normais os GCMs são vistos apenas como guardiões do patrimônio público, de 2014 pra cá, quando foi regulamentado o uso de armas de fogo pelos agentes, isso vem mudando

Por Redação Diário Paralelo1 min de leitura
Cidades Baianas Estão Criando Suas Próprias "Polícias" Para Combater Criminalidade

O fracasso do governador Jerônimo Rodrigues (PT), em combater a criminalidade na Bahia, tem incentivado municípios baianos a reforçarem suas seguranças por conta própria. Prova disso é que dos 417 municípios no estado, 199 deles já contam com suas guardas municipais e, em 18 delas, os agentes atuam fortemente armados.

Se em casos normais os GCMs são vistos apenas como guardiões do patrimônio público, de 2014 pra cá, quando foi regulamentado o uso de armas de fogo pelos agentes, isso vem mudando.

Em Feira de Santana, por exemplo, além do trabalho armado, a Guarda Municipal usa câmera corporal, assim como na cidade de Jitaúna. Em Salvador, a previsão é de que o equipamento passe a ser usado a partir de 2026. Mas, segundo especialistas em segurança, essa nova modalidade de garantir segurança não é aconselhável, tendo em vista que a "criação" de novas polícias vão seguir a mesma regra das antigas e sem efeitos práticos em favor da população.

Além da capital Salvador e de Feira de Santana, segunda maior cidade da Bahia, municípios como Ibotirama, Xique-Xique, Eunápolis, Teixeira de Freitas, Sento Sé, Euclides da Cunha e Gandu tem usado a GCM como braço das polícias.

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