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Aluno teria entrado armado em escola de Gandu e tentado agredir servidores, denuncia APLB

Sindicato publicou nota de repúdio e cobrou medidas para proteger professores, gestores, funcionários e estudantes da rede municipal

Por Redação Diário Paralelo3 min de leitura
Aluno teria entrado armado em escola de Gandu e tentado agredir servidores, denuncia APLB
Crédito: Imagem Ilustrativa Gerada com IA

A APLB Sindicato — Delegacia Sindical Cacau Norte, em Gandu, divulgou uma nota pública de repúdio após um episódio de violência registrado em uma unidade escolar da rede pública municipal. Segundo a entidade, um aluno teria entrado na escola portando uma arma branca e tentado agredir servidores da educação.

De acordo com o sindicato, a situação colocou em risco a integridade física e emocional de professores, gestores, funcionários e estudantes que estavam no ambiente escolar. A entidade não informou, na nota divulgada, em qual escola o episódio aconteceu, quando a ocorrência foi registrada ou se alguma pessoa ficou ferida.

Por envolver um aluno menor de idade, a APLB ressaltou que o caso deve ser tratado com atenção, cuidado e observância às normas de proteção integral previstas na legislação brasileira. Apesar disso, o sindicato afirmou que a gravidade da ocorrência não pode ser minimizada.

“O episódio revela a necessidade urgente de fortalecimento da atuação conjunta da família, da escola, do poder público e de toda a rede de proteção à infância e à adolescência”, declarou a entidade.

A APLB defendeu que o ambiente escolar deve permanecer como espaço de ensino, aprendizagem, desenvolvimento humano e formação cidadã, não podendo ser transformado em local de medo, insegurança e violência.

O sindicato também cobrou medidas que garantam condições seguras de trabalho aos profissionais da educação. Na manifestação, a entidade questionou quem protege professores, gestores e demais servidores durante o exercício de suas funções.

Sindicato cobra participação das famílias

A nota também chama atenção para a responsabilidade das famílias no acompanhamento da vida escolar dos estudantes. A entidade destacou que a educação e a proteção de crianças e adolescentes são responsabilidades compartilhadas entre família, Estado e sociedade.

Segundo a APLB, os responsáveis devem atuar na formação de valores, na definição de limites, no diálogo e na supervisão dos estudantes, contribuindo para prevenir situações que coloquem em risco o próprio aluno e toda a comunidade escolar.

Ao final do comunicado, o sindicato manifestou solidariedade aos profissionais que vivenciaram o episódio e pediu que os fatos sejam devidamente apurados. A entidade também defendeu a adoção de medidas que garantam atendimento ao estudante envolvido e proteção aos trabalhadores da educação e aos demais alunos.

“A violência jamais poderá ser naturalizada. Defender a escola é defender a vida, a dignidade dos profissionais da educação e o direito de crianças e adolescentes de aprenderem em um ambiente seguro e acolhedor”, concluiu a APLB.

Até a divulgação da nota, não haviam sido apresentados publicamente detalhes sobre eventual acionamento da Polícia Militar, do Conselho Tutelar ou de outros órgãos da rede de proteção. O espaço permanece aberto para manifestação da Prefeitura de Gandu, da Secretaria Municipal de Educação e dos demais envolvidos.

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