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Famílias ocupam trecho de acostamento da BR-116 na Bahia e evidencia grau de pobreza no estado

Imagem publicada pela página Rotas do Nordeste mostra estruturas improvisadas e pessoas às margens da rodovia, no km 720, após Manoel Vitorino, sentido Feira de Santana; autor do registro relata presença de crianças no local

Por Redação Diário Paralelo2 min de leitura
Famílias ocupam trecho de acostamento da BR-116 na Bahia e evidencia grau de pobreza no estado
Crédito: Reprodução/Rotas do Nordeste – Facebook

Um registro divulgado pela página Rotas do Nordeste, no Facebook, chamou atenção para uma situação de risco às margens da BR-116, na Bahia. A imagem mostra pessoas e estruturas improvisadas ocupando parte do acostamento no km 720 da rodovia, trecho que, segundo o responsável pela publicação, fica após o município de Manoel Vitorino, no sentido Feira de Santana.

Na fotografia é possível observar barracas e abrigos montados muito próximos à pista, além de pessoas circulando pela área. O espaço normalmente destinado a situações emergenciais e à segurança dos usuários da rodovia aparece parcialmente comprometido pela ocupação.

Segundo o relato publicado junto à imagem, também haveria crianças permanecendo e brincando nas proximidades da pista.

“Pedintes no acostamento da BR-116 na Bahia, Km-720. Muitas crianças inclusive brincando e correndo. Dobrem a atenção para evitar um acidente. Local após Manoel Vitorino, sentido a Feira de Santana-BA”, escreveu o autor da publicação.

O cenário representa um alerta especialmente para quem trafega pelo trecho. A BR-116 é uma das principais rodovias do país e registra intenso movimento de automóveis, ônibus e veículos de carga. A circulação de pedestres tão próxima das faixas de rolamento aumenta a possibilidade de atropelamentos e outros acidentes, principalmente em situações de baixa visibilidade ou quando um motorista precisa utilizar o acostamento de forma emergencial.

Além da questão viária, o registro evidencia uma possível situação de vulnerabilidade social, que ganha maior gravidade diante da informação sobre a presença de crianças. O caso demanda atenção não apenas dos órgãos responsáveis pela fiscalização e segurança da rodovia, mas também da rede de assistência social dos municípios da região.

A situação poderia exigir uma atuação integrada envolvendo órgãos rodoviários, forças de segurança e serviços socioassistenciais, tanto para reduzir o risco imediato de acidentes quanto para verificar as condições das famílias que permanecem no local.

Até o momento, as informações disponíveis são aquelas divulgadas pelo autor do registro. O Diário Paralelo não confirmou de forma independente quando a fotografia foi feita nem por quanto tempo as pessoas estão instaladas nesse trecho da BR-116.

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