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Diretor da Educação de Itamari responsável por erro que prejudicou dezenas de estudantes diz que é “mais fácil” o Diário Paralelo sair do ar do que ele ser exonerado pelo prefeito

Nelson Ribeiro é apontado como o principal responsável pelo erro ocorrido em dezembro do ano passado, quando dezenas de estudantes de Itamari foram impedidos de prestar vestibular na cidade de Jequié

Por Redação Diário Paralelo2 min de leitura
Diretor da Educação de Itamari responsável por erro que prejudicou dezenas de estudantes diz que é “mais fácil” o Diário Paralelo sair do ar do que ele ser exonerado pelo prefeito

Um dia após a exoneração do secretário municipal de Educação de Itamari, Flávio Ribeiro, uma declaração do diretor administrativo da pasta, Nelson Ribeiro, repercutiu negativamente e gerou críticas nas redes sociais e em grupos de WhatsApp do município.

Em mensagem enviada a um grupo de WhatsApp, Nelson afirmou que seria “mais fácil” o Diário Paralelo ser derrubado do que ele próprio ser exonerado pelo prefeito Everton Vasconcelos. A declaração foi feita em resposta a uma publicação do veículo no grupo. “Está mais fácil seu blogue cair, do que eu sair do governo”, escreveu o diretor administrativo.

Nelson Ribeiro é apontado como o principal responsável pelo erro ocorrido em dezembro do ano passado, quando dezenas de estudantes de Itamari foram impedidos de prestar vestibular na cidade de Jequié. Na ocasião, o ônibus que deveria transportar os vestibulandos não compareceu ao local e horário previamente definidos, frustrando alunos e familiares.

Após a repercussão do episódio, o próprio Nelson chegou a divulgar uma nota pública assumindo a responsabilidade pelo erro logístico, reconhecendo a falha que prejudicou os estudantes.

Mesmo diante do histórico recente e da exoneração do então secretário municipal de Educação, Nelson Ribeiro indicou, na mesma conversa em grupo, que o ex-titular da pasta ainda mantém forte influência dentro da administração municipal. “Este ex-secretário é ainda mais forte que eu no governo”, afirmou.

As declarações levantam questionamentos sobre a condução administrativa da Secretaria Municipal de Educação e sobre a postura de integrantes do governo diante de críticas da imprensa.

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